Hoje viemos postar mais um vídeo de mais uma tarefa pra vocês, dessa vez é
uma paródia da música Eduardo e Mônica, da Legião Urbana. A paródia é baseada no livro-tema do blog: "O homem que calculava". A letra, roteiro e filmagem do vídeo foram feitos por nós mesmos. Vamos conferir?
Pra quem ficou curioso ou não entendeu alguma parte da música, segue a letra aí em baixo:
Quem um dia irá dizer que
existe razão nos cálculos feitos numa equação
E quem irá dizer que não existe razão
Beremiz abria os olhos, já
estava a calcular
“O calculista” era a fama que
lhe deram
Conseguiu esse talento
trabalhando em Khamat
Contando ovelhas, como eles
disseram
Beremiz Samir um dia se
encontrou sem querer
Com um bágdali que passou a
conhecer
Maravilhado com o seu talento
o homem lhe disse:
“Em Bagdá é legal, um bom
lugar pra você ir”.
“Se é assim, não êxito, vou
contigo para Bagdá”
Exclamou o seu amigo
E assim lá se foram Beremiz e
o companheiro impressionado com seu dom de calcular
E logo logo no início da viagem
encontraram três irmãos com algo pra solucionar
35 camelos para uma divisão
Era pouco complicada essa
questão pra abordar
1 meio, 1 terço, 1 nono para
dividir
E ele como sempre rápido ao
trabalhar
Adicionou o jamal do seu amigo
E agora o total é de 36
camelos
Um com 18, um com 12 e um com
4
E o que sobrou ficou pra ele
pois atendeu o tal apelo
Beremiz Samir encontrou vários
problemas
Durante os caminhos e as rotas
que ele fez
Solucionava todos eles
sabiamente
Mais alguns dos principais
vamos contar pra vocês
Três amigos criadores de
carneiros
Desejavam dividir o vinho em
21 vasos
7 meios, 7 meio cheios e 7
vazios
Mas sem poder abri-los, esse
era o caso
O vinho foi dividido de
maneira igual
Com cada um ficando com três e
meio
Distribuídos conforme o
pedido, daqueles três amigos: vazio, metade e cheio
E com pagamentos diferentes
uma dívida existente
Assombrava um rapaz
Quantias pagas e devedoras
eram somadas, mas não davam resultados iguais
Sem muitos rodeios Beremiz foi
explicar
Qual era o problema
acontecendo por lá
E disse que a soma do que se
devia
Não tinha nenhuma relação com
o que pagar
Por conta de esclarecer, ao
problema resolver
Ele conseguiu ganhar
O tal turbante azul que lhe
interessou
Quando chegou naquele lugar
Ele e o bágdali seguiram
juntos e se aventuraram juntos muitas vezes depois
No fim dessa aventura de só
calcular, algo mudou a vida de um dos dois
Beremiz pede a mão da filha do
xeique Iezid
Porém ele impõe uma
dificuldade
Duas escravas de olhos negros,
duas de olhos azuis
Azuis mentiam, negros diziam
verdade
Com os rostos tampados e com
direito de interrogar três delas
Beremiz chegou a conclusão
E com Telassim, pôde se casar
Pois viu que duas tinham olhos
negros e as outras não
Quem um dia irá dizer que
existe razão nos cálculos feitos numa equação
E quem irá dizer que não existe razão
E aí, gostaram da música?
Quem já leu o livro conseguiu entender tudinho, hein?!
XOXO, Frios e Calculistas.